Lula, que transformou Dilma Rousseff de uma tecnocrata em uma vencedora nas eleições fazendo campanha a seu lado, tem visto que o seu poder de torná-la uma rainha tem limites. É essa a avaliação de membros da campanha do presidenciável tucano José Serra. Dilma terá de se expor mais, o que relegaria Lula a um papel menor do que teve no 1º turno, quando sua popularidade fez a petista ultrapassar o tucano nas pesquisas e quase vencer a disputa já no primeiro turno. Aos poucos, Dilma vem aparecendo um pouco mais independente de Lula. A realização de um segundo turno entre Dilma e Serra gerou críticas à atuação do presidente na campanha da petista.No Brasil, o mote desta eleição não é mudança, mas sim a continuidade. Os eleitores que conquistaram a estabilidade econômica e o acesso ao consumo ao longo dos últimos 8 anos não estão dispostos a abrir mão dessas conquistas. Não por acaso a eleição se polariza entre os candidatos dos partidos identificados com elas: PSDB e PT. Ganhará quem se mostrar mais capaz de manter e ampliar o que já foi feito.
Os governadores eleitos e parlamentares aliados do Planalto e da candidata Dilma Rousseff querem, no segundo turno, uma participação menos agressiva do maior cabo eleitoral da petista, o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
No início do segundo turno das eleições, Lula teve pouca participação na campanha de Dilma, algo que os comentaristas políticos e jornalistas acharam estranho, já que no primeiro pleito Lula participou ativamente da campanha petista. Mas com o passar dos dias, o presidente voltou a rotina de viajar pela noite e aos fins de semana para participar de comícios de Dilma. Neste ultimo fim de semana, Lula e Dilma participaram de carreata no Rio de Janeiro, ao lado de apoiadores no estado e o maior cabo eleitoral da petista no estado, o governador Sergio Cabral.
Postado por João Caetano.

O Lula ainda está a frente da campanha e ainda está atacando José Serra. Um presidente tem que ter bom senso e ter idoneidade sobre uma eleições.
ResponderExcluirPrecisa agir como um Presidente da Republica, não como cabo eleitoral.
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