Slides:Reges Farias
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
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Sostenes Dourado ,Reges Farias, Ivo Henrique , Paulo Navarro , João Caetano
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Dilma diz que salário mínimo deve superar os R$ 600 em 2011
"O salário mínimo deve estar acima de R$ 600 no fim de 2011", afirmou a presidente eleita Dilma Rousseff. Dilma defendeu o critério atual de reajuste do salário mínimo, baseado na inflação e no crescimento anual do Produto Interno Bruto (PIB), mas afirmou que pode estudar meios de compensar o pequeno reajuste do mínimo para este ano em decorrência do baixo crescimento da economia em 2009. No entanto, segundo ela, a expectativa de alto crescimento do PIB em 2010 garante que no final de 2011 e início de 2012 o mínimo ultrapasse R$ 600.
A presidente eleita Dilma Rousseff disse nesta quarta-feira (3), durante entrevista no Palácio do Planalto, que o salário minimo deve ter um aumento no ano que vem. "O salário mínimo deve estar acima de R$ 600 no fim de 2011", afirmou.
Ela concedeu entrevista depois do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que a recebeu no Planalto e se manifestou pela primeira vez após o anúncio do resultado da eleição, no último domingo.
Dilma defendeu o critério atual de reajuste do salário mínimo, baseado na inflação e no crescimento anual do Produto Interno Bruto (PIB), mas afirmou que pode estudar meios de compensar o pequeno reajuste do mínimo em 2011 em decorrência do baixo crescimento da economia em 2009.
No salário mínimo, temos um critério que considero muito bom, baseado na inflação e no PIB. Temos o problema que o PIB de 2009 se aproxima do zero, até um pouco menos de zero. O Brasil teve uma recuperação muito forte. Então, estamos avaliando se é possível fazer essa compensação", afirmou.
No entanto, segundo ela, a expectativa de alto crescimento do PIB em 2010 garante que no final de 2011 e inicio de 2012 o mínimo ultrapasse R$ 600.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também defendeu o critério atual de reajuste e criticou a proposta do ex-candidato do PSDB à Presidência José Serra de elevar o salário mínimo para R$ 600 já no início do ano que vem. "O povo não é mais massa de manobra. O povo sabe o que é política séria e o que é promessa. A Dilma se elegeu sem precisar fazer promessa fácil", disse.
Sem especificar valores, Dilma também afirmou que vai reajustar o bolsa-família, programa do governo federal que prevê ajuda de custo mensal a famílias de baixa renda. "No meu período de governo, eu vou buscar 100% de cobertura e um nível maior de benefício, proporcional ao que é possível que o país dê para este conjunto de famílias. Eu não sei hoje dizer para vocês qual é esse reajuste, mas que terá reajuste eu asseguro a vocês que terá."
CPMF:
A presidente eleita disse ainda que terá as áreas de saúde e educação como prioridade no seu governo.
Segundo ela, há "uma pressão" de governadores para que seja compensado o fim da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) - originariamente destinada ao financiamento da saúde - e disse que está disposta a negociar com eles. Mas, afirmou que não pretende tomar a iniciativa de enviar uma proposta de novo tributo para o Congresso Nacional.
“Eu tenho muita preocupação com a criação de impostos. Preferia outros mecanismos, mas tenho visto uma pressão dos governadores, não posso fingir que não existe. [...] Não pretendo reenviar ao Congresso a recomposição da CPMF, mas isso será objeto de negociação com os governadores”, declarou.
Composição do governo
Sobre a composição do novo governo, Dilma disse que ainda "não está madura" a discussão sobre a escolha dos ministros.
Sobre a composição do novo governo, Dilma disse que ainda "não está madura" a discussão sobre a escolha dos ministros.
Questionada se manteria alguns nomes que atuaram no governo Lula, ela afirmou que pretende dar continuidade aos projetos existentes, mas que isso não se reflete, necessariamente, na "continuidade de pessoas".
"Não estou falando agora de continuidade de pessoas nos ministérios. Ainda não está madura a discussão sobre a seleção dos ministros. Vou exigir competência técnica e histórico de pessoas que não tenham problema de nenhuma ordem. Também considero importante o critério político", disse.
Ela afirmou que o PMDB não está fazendo pressão para ocupar cargos importantes e disse que a distribuição dos ministérios não funcionará como "partilha".
"Tenho conversado muito com o vice Michel Temer e temos criado uma convicção de que esse governo não se pautará numa partilha. Deve ter um problema de comunicação comigo, porque o PMDB nunca chegou para mim pedindo cargo. Estou participando desse processo sem conflito", disse.
A presidente eleita afirmou ainda que não vai admitir que ministros façam "sombra" a ela e ao governo.
"Quando há o sol bem violento que atinge a cidade, sou a favor de sombra. Mas quanto às demais sombras, não acho que seja compatível. Acho que os ministros têm que ser competentes e nãosombras."
Fonte: G1 - O portal de notícias da Globo
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Vitória de Dilma faz de Lula o grande vencedor desta eleição
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| Foto: Ricardo Stuckert. |
Mais de 55,7 milhões eleitores (56%) a escolheram no segundo turno, e, com isso, a petista Dilma Rousseff saiu vitoriosa das urnas na noite deste domingo (31), entrando para a história como a primeira mulher a assumir a Presidência da República do Brasil.
Embora não tenha “emplacado” sua candidata na primeira fase da disputa, como as pesquisas previam e os aliados esperavam, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda é considerado o grande vencedor destas eleições, conforme avaliam especialistas ouvidos.
A vitória de Dilma confirma o bom momento da gestão de Lula, cujos índices de aprovação são recordes e ultrapassam a marca de 80%. Assim, não só ele conseguiu ser eleito duas vezes (em 2002 e em 2006), sendo o primeiro operário a chegar ao poder, mas também leva grande parte do crédito por ter conseguido eleger sua sucessora.
Para o pesquisador Celso Roma, do Cedec (Centro de Estudos da Cultura Contemporânea), o resultado das urnas consolida o desejo de continuidade do modelo de governo empregado nos últimos oito anos e também é fruto dos erros do segundo colocado – o ex-governador paulista José Serra (PSDB), que obteve 43,7 milhões de votos (43,9%).
- O primeiro [fator que explica a vitória de Dilma] é alta taxa de aprovação do governo Lula e a transferência de votos do presidente para a sua candidata. O segundo foi a eficiência da campanha ao vincular a continuidade do governo Lula à vitória da candidata. O terceiro fato foram os erros da equipe de Serra na condução da campanha política, [...] bem mais frequentes [que os acertos].
O analista político Cristiano Noronha, da Arko Advice, concorda que as conquistas sociais da gestão atual e o momento econômico vivido pelo país, cuja estimativa de crescimento para 2010 é de 7,5%, foram fundamentais para a eleição de Dilma. Além disso, diz ele, a campanha tucana foi incapaz de defender a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), o que acabou se revelando um erro estratégico.
- O PSDB simplesmente desprezou as principais conquistas dele, que são a estabilidade econômica e o Plano Real. O partido se perdeu como referência, e a memória que ficou do governo FHC foi a da crise econômica e das privatizações. Eles nem souberam contra-argumentar quais setores foram privatizados e os benefícios que eles trouxeram, por exemplo.
Apoios e desafios
Além do poder de transferência de votos e do desejo pela manutenção da gestão atual, na reta final ficou evidente a melhora do desempenho de Dilma como candidata, conforme destacou a cientista política Maria do Socorro Sousa Braga, da Ufscar (Universidade Federal de São Carlos), ainda no primeiro turno.
- O Lula teve um desempenho brilhante na medida em que conseguiu transferir para ela, em votos, sua popularidade. [...] Mas, para chegar a esse nível, ela teve um crescimento próprio. Ela se construiu nesse período, ela cresceu muito.
Outro fator que contribuiu para a vitória foi a aliança com o PMDB, o que fez com que o eleitor acreditasse que a futura presidente teria “estabilidade e tranquilidade” para governar, como disse na TV o próprio vice, Michel Temer (PMDB-SP). Para a cientista política Helcimara de Souza Telles, da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), a promessa de estabilidade para governar deve se concretizar, já que os aliados de Dilma conquistaram a maioria das cadeiras no Congresso.
- O crescimento das bancadas aliadas no Congresso Nacional dá a Dilma um cenário de governabilidade e de estabilidade capaz de ajudá-la a implementar as políticas públicas propostas ao longo da campanha.
Apesar da manutenção do modelo de gestão, Dilma deverá encarar alguns desafios nos próximos anos. Entre os considerados “inevitáveis” pelos especialistas destacam-se a realização das reformas fiscal e política – que devem ser cobradas pela sociedade civil – e a “independência” em relação à “sombra” de Lula, já que serão inevitáveis as comparações com o líder.
Fonte:R7
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quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Fenômeno Social e Político
Nascido no distrito de Caetés, munícipio de Garanhuns, interior do estado de Pernambuco. Luiz Inácio Lula da Silva é o sétimo filho de um total de oito que seu pai Aristides Inácio da Silva e Eurídice Ferreira de Melo comceberam, além de outros quatro que falesseram. Aristides deixou sua mulher filhos e foi tentar a vida como estivador em santos e consigo levou uma prima de Eurídice, com quem acabou formando uma segunda família ( com Valdomira, Aristides teve mais 10 filhos, fora alguns que possam ter morrido).
Em dezembro de 1952, quando Lula tinha apenas 7 anos de idade. Euridice deciciu migrar para o litoral do estado de São Paulo (acreditando que seu marido fizera esse pedido, quando na verdade seu filho Jaime, que já morava com o pai, escreveu dizendo que esse era o desejo de Aristides). A convivência ddifícil com Aristides, fez com que Euridice saisse de casa e fosse morar em uma casa muito precária próximo a casa do Ex-marido e, mais tarde, em 1954, mudando-se para a capital, onde foi morar num cômodo atrás de um bar localizado na Vila Carioca. Com essa mesma idade, sete anos, Lula já trabalhava vendendo laranja no cais, além disso tinha que andar quilômetros para busca água de poço para a segunda mulher de seu pai. Aos domingos era obrigado a ir ao mangue para retirar lenha, marisco e caranguejo.
Desde então Lula nunca parou de trabalhar. Aos doze, en uma tinturaria. Durante o mesmo periodo trabalhou como engraxatee auxiliar de escritório. Finalmente aos catorze, teve a sua carteira de trabalho assinada pela primeira vez, no Armazéns Gerais Columbia, permaneceu ali por seis meses.
Pouco depois, consegui uma vaga no curso de torneiro mecânico do Serviço Nacional de Aprendizagem Indústrial (SENAI). Formou-se três anos mais tardee , em 1963, empregou-se na metalúrgica Independência. Foi ali que Lula sofreu um acidente numa prensa hidráulica, ocasionando na amputação de seu dedo mímimo da mão esquerda.
No ano de 1965 ficou muito tempo desempregado assim como seus irmãos, época em que passaram por privações, sobrevivendo em trabalhos eventuais ("bicos"). Mas, em 1966 foi admitido nas indústrias Villares, uma grande empresa metalúrgica de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. Em 1980 nessa mesma indústria Luta então teria seu primeiro "empurrão para a politica" no ano de 1980, no curos de uma greve no ABC paulista, o sindicato dos metalúrgicos sofreu intervenção aprovada por Murilo Macedo, então ministro do trabalho do General João Batista Figueiredo, e Lula foi detido por trisnta e um dias nas instalações do DOPS. Em 1981 foi condenado pela Justiça Militar a três anos e meio de detenção por incitação à desordemcoletiva, sendo absolvida no ano seguinte. Alterou judicialmente seu nome de Luiz Inácio da Silva para Luiz Inácio Lula da Silva, visando usar o nome em pleitos eleitorais já que na época não era permitido usar apelidos.
Daí começa sua história politica, depois de tanto trabalho e sofrimento Lula agora tem um novo desafio. Motivado por uma força de vontade enorme, consegue motivar também uma serie de pessoas que passam a apoia-lo no seus propositos. Com o fim do regime militar, as pessoas poderiam novamente escolher seus representantes e o Brasil vai passar então por um processo muito deficil de redemocratização. Em 1982 concorreu ao cargo de Governo de São Paulo, mas perdeu. Em 1984 participou ao lado de Ulisses Guimarães , da campanha diretas já, que clamava pela volta de eleições presidencias diretas no país. Em 1986, foi eleito deputado federal por São Paulo com maior votação para camara federal até aquele momento. Em 1989 participou da primeira eleição direta para presindente do país desde o golpe militar de 1964. Lula perdeu no segundo turno para Fernando Collor, do PNR.
Em 1992, Luís Inácio Lula da Silva, apoiouo movimento pelo impeachment do então presidente Fernando Collor, que si via envolvido em várias denúncias de corrupção. Fernando Collor renuncio ao cargo no final de 1992, assumindo Itamar Franco.
Em 1994, Lula voltou a se candidatar a presidente, mas foi derrotado ainda no primeiro turno, dessa vez por Fernando Henrique Cardoso, candidato do PSDB. Em 1998, Lula saiu pela terceira vez derrotado de uma eleição, decidida novamente no primeiro turno. Pelo mesmo que o derrotou na eleição anterior.
A desvalorização do real em janeiro de 1999, logo após a eleição de 1998, as crises internacionais, deficiências administrativas como as que permitiram o apagão de 2001, e principalmente o pequeno crescimento econômoco no segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso fortaleceram a posição politica de Lula nos quanto anos seguintes.
Em 27 de outubro de 2002, lula foi eleito presindente do Brasil, derrotando o canditado apoiado pela situação vivida na época, o ex-ministro da Saúde e então senador pelo estado de São Paulo José Serra do PSDB. Segundo a revista norte-americana Newsweek, Lula se encontrava no final de 2008 no 18° das pessoas mais poderosas do mundo, ocupando a liderança do ranking da América Latina. Em lista divulgada pela revista Forbes em nomembro de 2009, Lula foi considerado a 33° mais poderosa do mundo. Em 2009 foi considerado o "homem do ano" pelos jonais Le Monde e El Pais.
De acordo com o jornal britânico financial Times foi uma das 50 pessoas que moldaram a década pelo seu " crame e habilidade politica" e também po ser " o líder mais popular da história do país". No Fórum Econômico Munidal de 2010 realizado em Davos na Suíça recebeu a premiação inédita de Estadista Global, pela sua atuação no meio ambiente, erradicação da pobreza, redistribuição de renda e ações em outros setores com a finalidade de melhorar a condição mundial.
Também foi condecorado pela Organização das Nações Unidas como o campeão Mundial na luta contra a fome e á desnutrição infantil. Luis Inácio Lula da Silva será candidato ao Prêmio Nobel da Paz para o Brasil em 2011.
As evidências falam por si, Lula tinha tudo para dar errado, mas nadou contra a maré e venceu nun lugar que muitos desistem, onde a competição é as vezes injusta. Para um páis onde a maioria da população é constituida de pessoas pobres e que enfrentam as mesmas e até piores situações que o presidente enfrentou durante sua vida, vêem nele uma esperança de mudarem a própria história e se inspiram na luta, na perseverança de um homem que superou todas as expectativas da sociedade.
Por: Sóstenes Dourado
Em dezembro de 1952, quando Lula tinha apenas 7 anos de idade. Euridice deciciu migrar para o litoral do estado de São Paulo (acreditando que seu marido fizera esse pedido, quando na verdade seu filho Jaime, que já morava com o pai, escreveu dizendo que esse era o desejo de Aristides). A convivência ddifícil com Aristides, fez com que Euridice saisse de casa e fosse morar em uma casa muito precária próximo a casa do Ex-marido e, mais tarde, em 1954, mudando-se para a capital, onde foi morar num cômodo atrás de um bar localizado na Vila Carioca. Com essa mesma idade, sete anos, Lula já trabalhava vendendo laranja no cais, além disso tinha que andar quilômetros para busca água de poço para a segunda mulher de seu pai. Aos domingos era obrigado a ir ao mangue para retirar lenha, marisco e caranguejo.
Desde então Lula nunca parou de trabalhar. Aos doze, en uma tinturaria. Durante o mesmo periodo trabalhou como engraxatee auxiliar de escritório. Finalmente aos catorze, teve a sua carteira de trabalho assinada pela primeira vez, no Armazéns Gerais Columbia, permaneceu ali por seis meses.
Pouco depois, consegui uma vaga no curso de torneiro mecânico do Serviço Nacional de Aprendizagem Indústrial (SENAI). Formou-se três anos mais tardee , em 1963, empregou-se na metalúrgica Independência. Foi ali que Lula sofreu um acidente numa prensa hidráulica, ocasionando na amputação de seu dedo mímimo da mão esquerda.
No ano de 1965 ficou muito tempo desempregado assim como seus irmãos, época em que passaram por privações, sobrevivendo em trabalhos eventuais ("bicos"). Mas, em 1966 foi admitido nas indústrias Villares, uma grande empresa metalúrgica de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. Em 1980 nessa mesma indústria Luta então teria seu primeiro "empurrão para a politica" no ano de 1980, no curos de uma greve no ABC paulista, o sindicato dos metalúrgicos sofreu intervenção aprovada por Murilo Macedo, então ministro do trabalho do General João Batista Figueiredo, e Lula foi detido por trisnta e um dias nas instalações do DOPS. Em 1981 foi condenado pela Justiça Militar a três anos e meio de detenção por incitação à desordemcoletiva, sendo absolvida no ano seguinte. Alterou judicialmente seu nome de Luiz Inácio da Silva para Luiz Inácio Lula da Silva, visando usar o nome em pleitos eleitorais já que na época não era permitido usar apelidos.
Daí começa sua história politica, depois de tanto trabalho e sofrimento Lula agora tem um novo desafio. Motivado por uma força de vontade enorme, consegue motivar também uma serie de pessoas que passam a apoia-lo no seus propositos. Com o fim do regime militar, as pessoas poderiam novamente escolher seus representantes e o Brasil vai passar então por um processo muito deficil de redemocratização. Em 1982 concorreu ao cargo de Governo de São Paulo, mas perdeu. Em 1984 participou ao lado de Ulisses Guimarães , da campanha diretas já, que clamava pela volta de eleições presidencias diretas no país. Em 1986, foi eleito deputado federal por São Paulo com maior votação para camara federal até aquele momento. Em 1989 participou da primeira eleição direta para presindente do país desde o golpe militar de 1964. Lula perdeu no segundo turno para Fernando Collor, do PNR.
Em 1992, Luís Inácio Lula da Silva, apoiouo movimento pelo impeachment do então presidente Fernando Collor, que si via envolvido em várias denúncias de corrupção. Fernando Collor renuncio ao cargo no final de 1992, assumindo Itamar Franco.
Em 1994, Lula voltou a se candidatar a presidente, mas foi derrotado ainda no primeiro turno, dessa vez por Fernando Henrique Cardoso, candidato do PSDB. Em 1998, Lula saiu pela terceira vez derrotado de uma eleição, decidida novamente no primeiro turno. Pelo mesmo que o derrotou na eleição anterior.
A desvalorização do real em janeiro de 1999, logo após a eleição de 1998, as crises internacionais, deficiências administrativas como as que permitiram o apagão de 2001, e principalmente o pequeno crescimento econômoco no segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso fortaleceram a posição politica de Lula nos quanto anos seguintes.
Em 27 de outubro de 2002, lula foi eleito presindente do Brasil, derrotando o canditado apoiado pela situação vivida na época, o ex-ministro da Saúde e então senador pelo estado de São Paulo José Serra do PSDB. Segundo a revista norte-americana Newsweek, Lula se encontrava no final de 2008 no 18° das pessoas mais poderosas do mundo, ocupando a liderança do ranking da América Latina. Em lista divulgada pela revista Forbes em nomembro de 2009, Lula foi considerado a 33° mais poderosa do mundo. Em 2009 foi considerado o "homem do ano" pelos jonais Le Monde e El Pais.
De acordo com o jornal britânico financial Times foi uma das 50 pessoas que moldaram a década pelo seu " crame e habilidade politica" e também po ser " o líder mais popular da história do país". No Fórum Econômico Munidal de 2010 realizado em Davos na Suíça recebeu a premiação inédita de Estadista Global, pela sua atuação no meio ambiente, erradicação da pobreza, redistribuição de renda e ações em outros setores com a finalidade de melhorar a condição mundial.
Também foi condecorado pela Organização das Nações Unidas como o campeão Mundial na luta contra a fome e á desnutrição infantil. Luis Inácio Lula da Silva será candidato ao Prêmio Nobel da Paz para o Brasil em 2011.
As evidências falam por si, Lula tinha tudo para dar errado, mas nadou contra a maré e venceu nun lugar que muitos desistem, onde a competição é as vezes injusta. Para um páis onde a maioria da população é constituida de pessoas pobres e que enfrentam as mesmas e até piores situações que o presidente enfrentou durante sua vida, vêem nele uma esperança de mudarem a própria história e se inspiram na luta, na perseverança de um homem que superou todas as expectativas da sociedade.
Por: Sóstenes Dourado
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quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Aniversário de Lula vira mote para PT pedir votos a Dilma
Retirado do Site G1
SÃO PAULO (Reuters) - No dia do aniversário de 65 anos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, militantes petistas aproveitaram para relacionar a data, comemorada nesta quarta-feira, com um pedido de votos para a candidata do partido à Presidência, Dilma Rousseff.
Mas nem só de elogios viveu o presidente. Muita crítica surgiu no microblog.Na noite de terça-feira, a campanha da presidenciável divulgou a criação de uma "hashtag" (termo que agrupa comentários sobre um mesmo tema) no Twitter --#Luladay-- específica para marcar a data.
A mensagem enviada por email pela rede social de apoio a Dilma (#dilmanarede) previa uma mobilização em torno de Lula, na tentativa de capitalizar votos para a petista.
Se a meta era fazer o assunto ser comentado, ela foi amplamente alcançada: a "hashtag" ocupou durante toda a quarta-feira a lista dos "trend topics" (assuntos mais comentados) do microblog.
Isso significa que o assunto é o mais comentado do momento, pegando carona nos altos índices de popularidade de Lula, que alcança a marca de 83 por cento de ótimo e bom, segundo pesquisa Datafolha.
Governistas e integrantes da campanha tentaram animar a turma.
"Parabéns, presidente Lula. 83 por cento de ótimo e bom é um grande presente. Com Dilma, vamos continuar seu legado", escreveu na sua página do Twitter o deputado estadual Rui Falcão (PT-SP), um dos coordenadores da campanha petista.
Alexandre Padilha, ministro das Relações Institucionais, licenciado do cargo para atuar na campanha, deixou bastante claro o motivo da celebração. "Pessoal muito legal enchermos de recados aqui celebrando o nosso presidente Lula, mas o #Luladay é para irmos pra rua conquistarmos voto para a @dilmabr", tuitou Padilha.
O senador Paulo Paim (PT-RS) engrossou o coro. "Parabéns presidente Lula, seu presente virá no domingo temos certeza, seu projeto seguirá mudando nosso país. #luladay", postou.
A própria Dilma cumprimentou Lula via Twitter. "Hoje é dia de parabenizar o melhor presidente que este país já teve, que completa 65 anos. Parabéns, presidente!".
Entre os internautas, houve aprovação, como a de henrique3S. "Parabéns Lula, tendo todos esses escândalos que os tucanos falam, você conseguiu fazer muito mais do que eles quando estavam no poder".
Seguiu na mesma linha cicerojuniorbsb: "Podem até tentar, mas ninguém consegue tirar o mérito de Lula que os números registraram! Parabéns Lula!". Houve ainda o simples "Hoje é o aniversário de Lula, Parabéns. Brasil vota 13".
Mas nem tudo são flores. O internauta antonio_flipe postou "Parabéns Lula! Nenhum outro governo teve tanta corrupção quanto o seu!". Já lucas_simoes lembrou antigos membros do governo Lula atingidos por escândalos: "Tem probleminha. Hoje é aniversário do Lula. No jantar de aniversário estarão Dilma, Zé Dirceu, Palocci e a turma do mensalão. Parabéns eleitor".
E sobrou para Serra também. "Serra hoje criticou pesquisa Sensus! Há alguns dias estava com ela na TV? Duas caras", tuitou gabriel-enferm.
A campanha também criou um cartaz enviado por email com a frase: "Dê um presente ao Lula, consiga mais um voto para Dilma".
(Por Fernando Cassaro e Carmen Munari)
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Dilma, Serra, Marina, Lula, Eleições, 2010
Lula
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Influência de Lula em favor de Dilma tem limites, diz “Economist”
Retirado do portal eBand de Jornalismo.
Sexta-feira, 8 de outubro de 2010 - 10h24 Última atualização, 08/10/2010 - 10h31
O adiamento para o segundo da disputa entre os presidenciáveis Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) mostra que a influência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem limites, mas ainda deve prevalecer nesta eleição. A análise é da edição desta semana da revista britânica “The Economist”.
“Lula, que transformou Rousseff de uma tecnocrata em uma vencedora nas eleições fazendo campanha a seu lado, tem visto que o seu poder de torná-la uma rainha tem limites. Mas no final é provável que ele prevaleça”, diz a publicação.
A revista classifica a ida para o segundo turno como um “surpreendente tropeço de última hora” de Dilma, lembrando que a votação da petista ficou abaixo do que previam as pesquisas de intenções de voto.
Para a “Economist”, a senadora Marina Silva (PV-AC) foi a responsável por impedir a vitória da petista no primeiro turno, ao obter “o melhor resultado para uma terceira colocada nas seis disputas presidenciais após o fim da ditadura”.
Além de Marina, a publicação cita que a discussão sobre a legalização do aborto no país pode ter provocado a transferência de votos de Dilma a Marina, lembrando que alguns bispos católicos e pastores evangélicos pediram aos seus fiéis para que não votassem na petista.
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Dilma, Serra, Marina, Lula, Eleições, 2010
Lula
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Lula e Dilma participam de carreata no Rio de Janeiro
Como o Brasil todo já viu, a participação de Lula na campanha da Dilma Rousseff é fato indiscutível. A oposição considera a interferência do presidente como "jogo sujo".
Lula afirma que, para ele, sua atuação na disputa presidencial é só uma maneira de ajudar o Brasil a seguir no rumo certo. O presidente ainda diz que os planos de governo do seu partido será dado como principal meta, caso Dilma venha ganhar a eleição do segundo turno.
Dilma acredita que a participação do presidente Lula na corrida presidencial foi imprescindível e que se sente fortalecida na reta final.
Ontem (24), em carreata no Rio de Janeiro, a petista foi acompanhada por militantes e reforçou a campanha na região, onde teve votação expressiva no primeiro turno. Além de Lula, a candidata recebeu o apoio do governador reeleito, Sérgio Cabral, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, ambos do PMDB . Os senadores Marcelo Crivella (PRB-RJ), Francisco Dornelles (PP-RJ) e Lindberg Farias (PT-RJ) também participaram da carreata. Benedita da Silva (ex-secretária do governo Cabral), o ex-ministro do Meio Ambiente Carlos Minc e o vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, seguiram na carreata da petista.
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Dilma, Serra, Marina, Lula, Eleições, 2010
Lula
Lula e sua participação no segundo turno
Lula, que transformou Dilma Rousseff de uma tecnocrata em uma vencedora nas eleições fazendo campanha a seu lado, tem visto que o seu poder de torná-la uma rainha tem limites. É essa a avaliação de membros da campanha do presidenciável tucano José Serra. Dilma terá de se expor mais, o que relegaria Lula a um papel menor do que teve no 1º turno, quando sua popularidade fez a petista ultrapassar o tucano nas pesquisas e quase vencer a disputa já no primeiro turno. Aos poucos, Dilma vem aparecendo um pouco mais independente de Lula. A realização de um segundo turno entre Dilma e Serra gerou críticas à atuação do presidente na campanha da petista.No Brasil, o mote desta eleição não é mudança, mas sim a continuidade. Os eleitores que conquistaram a estabilidade econômica e o acesso ao consumo ao longo dos últimos 8 anos não estão dispostos a abrir mão dessas conquistas. Não por acaso a eleição se polariza entre os candidatos dos partidos identificados com elas: PSDB e PT. Ganhará quem se mostrar mais capaz de manter e ampliar o que já foi feito.
Os governadores eleitos e parlamentares aliados do Planalto e da candidata Dilma Rousseff querem, no segundo turno, uma participação menos agressiva do maior cabo eleitoral da petista, o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
No início do segundo turno das eleições, Lula teve pouca participação na campanha de Dilma, algo que os comentaristas políticos e jornalistas acharam estranho, já que no primeiro pleito Lula participou ativamente da campanha petista. Mas com o passar dos dias, o presidente voltou a rotina de viajar pela noite e aos fins de semana para participar de comícios de Dilma. Neste ultimo fim de semana, Lula e Dilma participaram de carreata no Rio de Janeiro, ao lado de apoiadores no estado e o maior cabo eleitoral da petista no estado, o governador Sergio Cabral.
Postado por João Caetano.
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Dilma, Serra, Marina, Lula, Eleições, 2010
Lula
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Lula e as eleições presidenciais de 2010
Na reta final de seus oito anos de governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem sendo o principal destaque das eleições para seu sucessor.
Com cerca 80% de aprovação, Lula tem tido uma forte influência ao longo da campanha eleitoral. O apoio a Dilma Rousseff, ex-ministra da Casa Civil e candidata ao Palácio do Planalto, antes mesmo do início oficial da corrida presidencial, causou uma série de processos na justiça.
A participação ativa de Lula na campanha de Dilma é apenas um dos atrativos da disputa presidencial. Os outros principais candidatos ao Palácio do Planalto - José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) - tiveram certo receio em atacar a gestão do presidente metalúrgico.
Nos primeiros debates, todos os postulantes elogiaram os feitos do governo petista e prometeram continuar a obra do petista.
José Serra chegou a afirmar que ele e seu partido, o PSDB, eram de esquerda. Não satisfeito, ainda utilizou imagens do presidente Lula em sua campanha.
Já Marina Silva ressaltou seus feitos no Ministério do Meio Ambiente e, na maioria das vezes, evitou atacar o presidente.
O socialista Plínio de Arruda, por sua vez, foi o que utilizou um tom mais forte contra Lula. Mas, em alguns momentos, apoiou e elogiou feitos realizados pelo petista.
Em alguns momentos da campanha, Lula demonstrou não ter piedade de seus adversários. Seu alvo preferido era o tucano José Serra e o DEM. Em comício na cidade de Joinville (SC), no dia 13 de setembro, o presidente chegou a defender que o antigo PFL fosse “extirpado”, afirmando que a legenda “alimenta o ódio”.
Ao longo das eleições, Lula vem conciliando a presidência com suas viagens e comícios em prol de Dilma. Pelo turno da noite e aos fins de semana, o presidente faz campanha à candidata.
Estes são alguns dos temas que iremos abordar no Blog ao longo do tempo.
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Sostenes Dourado ,Reges Farias, Ivo Henrique , Paulo Navarro , João Caetano
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Dilma, Serra, Marina, Lula, Eleições, 2010
Lula
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